domingo, 29 de dezembro de 2019


Estabelecer limites, descondicionar, permitir-se mudar de narrativa, direção, respirar.
 Para isto escolher: ir embora ou ficar?
Antes de qualquer coisa, entender-se dentro do contexto ou do conflito. 
Perceber quão desconfortável ou aconchegante.
Se extrai luz ou esvazia. Se há troca é parceria. Saber receber para doar-se sem doer.
Estar tão completamente confortável na própria pele que o Outro jamais será uma invasão, mas uma possibilidade de ajuste ou a necessidade de dizer um doloroso ou convicto “não”.
 Preservar sua individualidade para respeitar a alheia. 
Desvencilhar-se da necessidade de controle para que se estabeleça a intimidade.
Descobrir se a relação é feita de reciprocidade.
Demarcar certos espaços para que duas pessoas inteiras se entrelacem.
Trabalhar-se arduamente para que haja independência, a que preza pela disponibilidade afetiva.
E não se acomodar na dependência da carência quando tudo o que se quer é, simplesmente, viver uma história bonita.
Bjos meus Neide Ponzoni

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