Estabelecer
limites, descondicionar, permitir-se mudar de narrativa, direção, respirar.
Para isto escolher: ir embora ou ficar?
Antes de
qualquer coisa, entender-se dentro do contexto ou do conflito.
Perceber quão
desconfortável ou aconchegante.
Se extrai
luz ou esvazia. Se há troca é parceria. Saber receber para doar-se sem doer.
Estar tão
completamente confortável na própria pele que o Outro jamais será uma invasão,
mas uma possibilidade de ajuste ou a necessidade de dizer um doloroso ou
convicto “não”.
Preservar sua individualidade para respeitar a
alheia.
Desvencilhar-se da necessidade de controle para que se estabeleça a
intimidade.
Descobrir se
a relação é feita de reciprocidade.
Demarcar
certos espaços para que duas pessoas inteiras se entrelacem.
Trabalhar-se
arduamente para que haja independência, a que preza pela disponibilidade
afetiva.
E não se
acomodar na dependência da carência quando tudo o que se quer é, simplesmente,
viver uma história bonita.
Bjos meus Neide
Ponzoni
Sempre palavras sábias...
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