Esperei que todos saíssem pra sentir no tom mais agudo do grito que eu tinha, toda aquela emergência adiada. A casa vazia e eu me esvaindo em lágrimas enquanto observa um cenário conhecido e que eu queria desmontar , aquele o cenário adequado para represar o que eu não gosto . E clamei pela salvação da palavra, pela organização dessa desordem de sonho.
Não brotou a flor que desejava , as águas dos olhos me aguando toda por dentro e secou ao redor . E as minhas tristezas sempre superlativas me condenam à exaustão. Não tinha beleza , experimentei indelicadezas violentas demais,quase não as suportei .Essa coisa que salga tardes e engole minhas noites, me deixa tão completamente com vontade de ausentar, corro contra o tempo, ultrapasso dias e volto pra viver duas vezes a mesma coisa.Fico chuviscando por toda parte, meu corpo se liquefazendo em pedaços , sumindo sendo consumido .
Assim, como num mergulho paro de respirar .
O fato é que quando é muito e explode dor e medo no peito parece que a não caibo em mim.
E nunca sei quem me tornarei depois de ser retalhada . Tenho medo de ficar exageradamente sóbria enquanto cato as estrelas maduras que caíram sem pedido de tanta coisa que não realizou tenho medo de ficar enjoada ,com enjoo e nojo de quem me despedaçou . Bjos meus …